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22 março , 2018

Obesidade

Medida pelo índice de massa corporal, a prevalência da obesidade aumentou para níveis alarmantes ​​tanto em homens como em mulheres em todo o mundo, com implicações resultantes da saúde perigosa. Fatores genéticos, ambientais e comportamentais influenciam o desenvolvimento da obesidade. Tanto o público em geral quanto os profissionais de saúde estigmatizam aqueles que sofrem com a doença. A obesidade é associada a uma vida curta e contribui para diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, doença renal, apneia obstrutiva do sono, gota, osteoartrite e doença hepatobiliar, dentre outras.
A perda de peso reduz todas essas doenças de uma maneira relacionada à dose – quanto mais peso for perdido, melhor será o resultado. O fenótipo de “obesidade medicamente saudável” parece ser um estado transitório que progride ao longo do tempo com um fenótipo não saudável, especialmente em crianças e adolescentes. A perda de peso é melhor conseguida reduzindo a ingestão de energia e aumentando o gasto energético.
Os programas que são eficazes para a perda de peso incluem programas de modificação do estilo de vida aprovados e aprovados, dietas, programas comerciais de perda de peso, programas de exercícios, medicamentos e cirurgia. As preparações à base de plantas sem receita que alguns pacientes usam para tratar a obesidade têm dados limitados no que se trata da documentação de sua eficácia ou segurança, e existem poucos requisitos regulamentares.
Recomenda-se recuperar o peso em todos os pacientes, especialmente quando o tratamento é interrompido. Ao tomar decisões de tratamento, os clínicos devem considerar a distribuição da gordura corporal e os riscos individuais para a saúde, além do índice de massa corporal.

 

Autor

Dr. Fernando Almeida

Endocrinologista

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